A Amazônia já não é mais nossa e nem dos índios
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| Foto do português Borges Andrade e um cacique. |
Segundo noticia divulgada em 11 de março no jornal “O Estado de São Paulo” o diretor da empresa Celestial Green Ventures (sugestivo o nome não? Verde Celestial), um certo João Borges Andrade, português, e o presidente da Associação Indígena Pusuru, Martinho Borum, representante dos índios, celebraram um contrato no qual os índios passam o controle das terras à empresa por 30 anos. O preço celebrado em tal contrato é de 120 milhões de dólares para uma área de 16 vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Detalhe: a Celestial não pagou um centavo aos índios!
