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19 de abril de 2012

Continuar a campanha “Fora PM da USP”


Um balanço e algumas lições das eleições para o DCE

Na USP (maior universidade da América Latina, com mais de 80 mil estudantes) todos acompanharam as eleições para o DCE nos últimos dias. A chapa “Não vou me adaptar” (PSTU + algumas correntes do PSOL) venceu com 6.964 votos. Mais da metade do total de votantes (13.134). A chapa apoiada pelo então reitor Rodas, a “Reação” ficou em segundo lugar com 2.660 votos (20% do total de votantes). Em terceiro lugar, a chapa “Universidade em Movimento” (composta por outras correntes do PSOL que não concordaram em entrar na chapa com o PSTU) obteve 2.579 votos. As outras duas chapas tiveram votação bastante inexpressiva. A chapa de ultra-esquerda “27 de Outubro” (LER-QI + MNN + PCO + POR) obteve apenas 503 votos e a chapa impulsionada pela CNB (corrente petista orientada por Lula) obteve só 254 votos. Que balanço e lições podemos tirar desses resultados?

6 de março de 2012

Volta às aulas na USP de Rodas


*Lúcia Pereira

A repressão é a norma de Rodas

Nos últimos 4 meses, somente no estado de SP inúmeros acontecimentos envolvendo embates entre movimentos sociais e a PM foram noticiados, ficando a grande questão: qual o papel das forças militares em uma sociedade capitalista, a não ser o de servir apenas para proteger a propriedade privada da burguesia.  Exemplo disso foram as invasões ocorridas na USP com a retomada pela polícia da moradia no domingo de Carnaval, de Pinheirinho, da Cracolândia, dos prédios ocupados por sem-tetos espalhados pela cidade, o incêndio da comunidade do Moinho, etc. Na USP, o convenio firmado entre a Universidade e a PM tem a mesma conotação, mas num contexto diferente: transformar um espaço público em uma propriedade privada, vigiada e direcionada pelo Estado e pelas grandes corporações a serviço do capital.